{"id":300,"date":"2019-11-11T18:56:52","date_gmt":"2019-11-11T18:56:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.drapollyannacastro.com.br\/\/?p=300"},"modified":"2021-05-31T22:56:56","modified_gmt":"2021-05-31T22:56:56","slug":"doenca-de-alzheimer-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.drapollyannacastro.com.br\/?p=300","title":{"rendered":"Doen\u00e7a de Alzheimer &#8211; PROTOCOLO RECODE"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignleft\" src=\"http:\/\/www.drapollyannacastro.com.br\/\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/ID-10044355.jpg\" alt=\"ID-10044355\" width=\"366\" height=\"248\" \/>Uma doen\u00e7a degenerativa que afeta mem\u00f3ria e outros dom\u00ednios cognitivos mas que possui tratamento.<!--more--><\/p>\n<p>Utilizamos para o tratamento o novo <strong>Protocolo RECODE<\/strong>&nbsp; <a href=\"https:\/\/www.drapollyannacastro.com.br\/?page_id=548\"><u><strong>Saiba mais<\/strong><\/u><\/a><\/p>\n<p>O Alzheimer \u00e9 a principal causa de dem\u00eancia em pessoas acima de 50 anos, caracterizada por acometimento da mem\u00f3ria e posteriormente de outras fun\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O tratamento permite melhorar a sa\u00fade, retardar o avan\u00e7o da doen\u00e7a, melhorar alguns sintomas, controlar as altera\u00e7\u00f5es de comportamento e proporcionar conforto e qualidade de vida ao idoso e sua fam\u00edlia.<\/p>\n<p>Foi descrita, pela primeira vez, em 1906, pelo psiquiatra alem\u00e3o Alois Alzheimer, de quem herdou o nome.<\/p>\n<p>\u00c9 a principal causa de dem\u00eancia em pessoas com mais de 60 anos no Brasil.  Atinge 1% dos idosos entre 65 e 70 anos mas sua preval\u00eancia aumenta exponencialmente com o passar dos anos, sendo de 6% aos 70, 30% aos 80 anos e mais de 60% depois dos 90 anos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Preval\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p>No mundo o n\u00famero de portadores da Doen\u00e7a de Alzheimer \u00e9 de cerca de 25 milh\u00f5es, com cerca de 1 milh\u00e3o de casos no Brasil (dados de 2009) e cerca de 100 mil em Portugal.<\/p>\n<p>Existe uma rela\u00e7\u00e3o inversamente proporcional entre a preval\u00eancia de dem\u00eancia e a escolaridade. Nos indiv\u00edduos com oito anos ou mais de escolaridade a preval\u00eancia \u00e9 de 3,5%, enquanto que nos analfabetos \u00e9 de 12,2%.<\/p>\n<p><strong>Sintomas<\/strong><\/p>\n<p>Cada paciente sofre a doen\u00e7a de forma \u00fanica, mas existem pontos em comum, por exemplo, o sintoma prim\u00e1rio mais comum \u00e9 a perda de mem\u00f3ria. Muitas vezes os primeiros sintomas s\u00e3o confundidos com problemas de idade ou de estresse. Quando h\u00e1 suspeita de Doen\u00e7a de Alzheimer, o paciente \u00e9 submetido a uma s\u00e9rie de testes cognitivos e radiol\u00f3gicos. Com o avan\u00e7ar da doen\u00e7a v\u00e3o aparecendo novos sintomas como desorienta\u00e7\u00e3o temporal e espacial, irritabilidade e agressividade, altera\u00e7\u00f5es de humor, falhas na linguagem, perda de mem\u00f3ria a longo prazo e o paciente come\u00e7a a desligar-se da realidade. Antes de se tornar totalmente aparente a doen\u00e7a vai se desenvolvendo por um per\u00edodo indeterminado de tempo e pode manter-se n\u00e3o diagnosticada e assintom\u00e1tica durante anos.<\/p>\n<p><strong>Evolu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Os primeiros sintomas s\u00e3o muitas vezes falsamente relacionados com o envelhecimento natural ou com o estresse. Alguns testes neuropsicol\u00f3gicos podem revelar muitas altera\u00e7\u00f5es cognitivas at\u00e9 oito anos antes de se poder diagnosticar a doen\u00e7a. O sintoma prim\u00e1rio mais not\u00e1vel \u00e9 a perda de mem\u00f3ria de curto prazo (dificuldade em lembrar fatos aprendidos recentemente); o paciente perde a capacidade de dar aten\u00e7\u00e3o a algo, perde a flexibilidade no pensamento e o pensamento abstrato; pode come\u00e7ar a perder a sua mem\u00f3ria sem\u00e2ntica. Nessa fase pode ainda ser notada apatia, como um sintoma bastante comum. \u00c9 tamb\u00e9m notada uma certa desorienta\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a tempo e espa\u00e7o. A pessoa n\u00e3o sabe onde est\u00e1 nem em que ano est\u00e1, em que m\u00eas ou que dia. Quanto mais cedo os sintomas forem percebidos mais eficaz \u00e9 o tratamento e melhor o progn\u00f3stico.<\/p>\n<p>Com o passar dos anos, conforme os neur\u00f4nios morrem e a quantidade de neurotransmissores diminuem, aumenta a dificuldade em reconhecer e identificar objectos (agnosia) e na execu\u00e7\u00e3o de tarefas previamente aprendidas (apraxia).<\/p>\n<p>A mem\u00f3ria do paciente n\u00e3o \u00e9 afetada toda da mesma maneira. As mem\u00f3rias mais antigas, a mem\u00f3ria sem\u00e2ntica e a mem\u00f3ria impl\u00edcita (mem\u00f3ria de como fazer as coisas) n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o afectadas como a mem\u00f3ria de curto prazo. Os problemas de linguagem implicam normalmente a diminui\u00e7\u00e3o do vocabul\u00e1rio e a maior dificuldade na fala, que levam a um empobrecimento geral da linguagem. Nessa fase, o paciente ainda consegue comunicar ideias b\u00e1sicas. O paciente pode parecer desleixado ao efetuar certas tarefas motoras simples (escrever, vestir-se, etc.), devido a dificuldades de coordena\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A dificuldade na fala torna-se evidente devido \u00e0 impossibilidade de se lembrar de vocabul\u00e1rio. Progressivamente, o paciente vai perdendo a capacidade de ler e de escrever e deixa de conseguir fazer as mais simples tarefas di\u00e1rias. Durante essa fase, os problemas de mem\u00f3ria pioram e o paciente pode deixar de reconhecer os seus parentes e conhecidos. A mem\u00f3ria de longo prazo vai-se perdendo e altera\u00e7\u00f5es de comportamento v\u00e3o-se agravando. As manifesta\u00e7\u00f5es mais comuns s\u00e3o a apatia, irritabilidade e instabilidade emocional, chegando ao choro, ataques inesperados de agressividade ou resist\u00eancia aos cuidados. Aproximadamente 30% dos pacientes desenvolvem ilus\u00f5es e outros sintomas relacionados. Incontin\u00eancia urin\u00e1ria e fecal pode aparecer.<\/p>\n<p><strong>Fase terminal<\/strong><\/p>\n<p>O paciente est\u00e1 completamente dependente de seus cuidadores. A linguagem est\u00e1 agora reduzida a simples frases ou at\u00e9 a palavras isoladas, acabando, eventualmente, em perda da fala. Apesar da perda da linguagem verbal, os pacientes podem compreender e responder com sinais emocionais. No entanto, a agressividade ainda pode estar presente, e a apatia extrema e o cansa\u00e7o s\u00e3o bastante comuns. Os pacientes v\u00e3o acabar por n\u00e3o conseguir desempenhar as tarefas mais simples sem ajuda. A sua massa muscular e a sua mobilidade degeneram-se a tal ponto que o paciente tem de ficar deitado numa cama; perdem a capacidade de comer sozinhos. Por fim, vem a morte, que normalmente n\u00e3o \u00e9 causada diretamente pela doen\u00e7a, mas por outro fator externo facilitado pela doen\u00e7a (pneumonia, por exemplo).<\/p>\n<p><strong>Fisiopatologia<\/strong><\/p>\n<p>A doen\u00e7a ocorre  devido \u00e0 exist\u00eancia de placas senis (hoje identificadas como agregados de prote\u00edna beta-amil\u00f3ide) e de emaranhados neurofibrilares (hoje associados a muta\u00e7\u00f5es e consequente hiperfosforila\u00e7\u00e3o da prote\u00edna tau, no interior dos microt\u00fabulos do citoesqueleto dos neur\u00f3nios), levando \u00e0 degenera\u00e7\u00e3o neuronal.<\/p>\n<p>Ocorre atrofia generalizada, com perda neuronal espec\u00edfica em certas \u00e1reas do hipocampo, (estrutura relacionada \u00e0 mem\u00f3ria) mas tamb\u00e9m em regi\u00f5es parieto-occipitais e frontais. Os sinais e sintomas dessa doen\u00e7a est\u00e3o associados \u00e0 redu\u00e7\u00e3o de neurotransmissores cerebrais, como acetilcolina, noradrenalina e serotonina. O tratamento para Doen\u00e7a de Alzheimer \u00e9 sintom\u00e1tico e consiste justamente na tentativa de restaura\u00e7\u00e3o da fun\u00e7\u00e3o colin\u00e9rgica, noradren\u00e9rgica e serotonin\u00e9rgica.<\/p>\n<p><strong>Evolu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A doen\u00e7a evolui com piora lentamente progressiva da cogni\u00e7\u00e3o, com um per\u00edodo em m\u00e9dia de oito anos entre o in\u00edcio e seu \u00faltimo est\u00e1gio. Com a progress\u00e3o da doen\u00e7a, o paciente passa a n\u00e3o reconhecer mais os familiares ou at\u00e9 mesmo a n\u00e3o realizar tarefas simples de higiene e vestir roupas. No est\u00e1gio final necessita de ajuda para tudo. Os sintomas depressivos s\u00e3o comuns, com instabilidade emocional e choros. Del\u00edrios e outros sintomas de psicose s\u00e3o frequentes, embora dif\u00edceis de avaliar nas fases finais da doen\u00e7a, devido \u00e0 total perda de no\u00e7\u00e3o de lugar, tempo e da deteriora\u00e7\u00e3o geral. Em geral a doen\u00e7a instala-se em pessoas com mais de 65 anos, mas existem pacientes com in\u00edcio aos cinquenta anos. Podem aparecer v\u00e1rios casos numa mesma fam\u00edlia, e tamb\u00e9m pode acontecer casos \u00fanicos, sem nenhum outro parente afetado, ditos espor\u00e1dicos.<\/p>\n<p><strong>Preven\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Estudos indicam rela\u00e7\u00f5es entre factores alter\u00e1veis como dietas, risco cardiovascular, uso de produtos farmac\u00eauticos ou atividades intelectuais e a probabilidade de desenvolvimento de DA.<\/p>\n<p>A inclus\u00e3o de fruta e vegetais, cereais, azeite, peixe, e vinho tinto, podem reduzir o risco da doen\u00e7a. Algumas vitaminas como a B12, B3, C ou a B9 foram relacionadas em estudos ao menor risco de desenvolvimento da doen\u00e7a, embora outros estudos indiquem que essas n\u00e3o t\u00eam nenhum efeito significativo no in\u00edcio ou desenvolvimento da doen\u00e7a e podem ter efeitos secund\u00e1rios. Algumas especiarias como a curcumina e o a\u00e7afr\u00e3o mostraram sucesso na preven\u00e7\u00e3o da degenera\u00e7\u00e3o cerebral em ratos de laborat\u00f3rio.<\/p>\n<p>O risco cardiovascular, derivado de colesterol alto, hipertens\u00e3o, diabetes e o tabaco, est\u00e1 associado com maior risco de desenvolvimento da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>J\u00e1 n\u00e3o se acredita que outros tratamentos farmac\u00eauticos, como substitui\u00e7\u00e3o de hormonios femininos, previnam a doen\u00e7a. V\u00e1rios estudos foram realizados com o ginkgo biloba sem resultados consistentes ou replic\u00e1veis que pudessem comprovar algum efeito positivo na preven\u00e7\u00e3o ou tratamento da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Atividades intelectuais como ler, escrever, disputar jogos de tabuleiro (xadrez, damas, etc.), completar palavras cruzadas, tocar instrumentos musicais, ou socializa\u00e7\u00e3o regular tamb\u00e9m podem atrasar o in\u00edcio ou a gravidade do Alzheimer.<\/p>\n<p>Muitas vezes n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel discernir todas as fases da doen\u00e7a. Pois um paciente que ainda est\u00e1 na primeira fase j\u00e1 pode apresentar dificuldades de locomo\u00e7\u00e3o por exemplo, e outro paciente que j\u00e1 se encontra em fase terminal ainda fala com fluencia (embora sejam frases sem sentido nenhum e at\u00e9 mesmo xingamentos).<\/p>\n<p><strong>Tratamento medicamentoso<\/strong><\/p>\n<p>O tratamento medicamentoso visa minimizar os sintomas e retardar ao m\u00e1ximo poss\u00edvel a evolu\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a. Os inibidores da acetilcolinesterase, atuam inibindo a enzima respons\u00e1vel pela degrada\u00e7\u00e3o da acetilcolina que \u00e9 produzida e liberada por algumas \u00e1reas do c\u00e9rebro. A defici\u00eancia de acetilcolina \u00e9 considerada um dos principais fatores da doen\u00e7a de Alzheimer, mas n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico evento bioqu\u00edmico\/fisiopatol\u00f3gico que ocorre. Mais recentemente, um grupo de medica\u00e7\u00f5es conhecido por inibidores dos receptores do tipo NMDA (N-Metil-D-Aspartato) do glutamato entrou no mercado brasileiro, j\u00e1 existindo no europeu h\u00e1 mais de uma d\u00e9cada. Um desses medicamentos, atua inibindo a liga\u00e7\u00e3o do glutamato, neurotransmissor excitat\u00f3rio do sistema nervoso central a seus receptores. O glutamato \u00e9 respons\u00e1vel por rea\u00e7\u00f5es deexcitotoxicidade com libera\u00e7\u00e3o de radicais livres e les\u00e3o tecidual e neuronal. H\u00e1 uma m\u00e1xima na medicina que diz que uma doen\u00e7a pode ser intrat\u00e1vel, mas o paciente n\u00e3o.<\/p>\n<p>Como a depress\u00e3o e ansiedade s\u00e3o um problema constante na DA, \u00e9 comum que os m\u00e9dicos prescrevam antidepressivos. Estes, al\u00e9m de melhorarem o humor, o apetite, o sono, o auto-controle e diminuirem a ansiedade, podem diminuir tend\u00eancias suicidas e agressividade.<br \/>\nMedicamentos antipsic\u00f3ticos, t\u00eam sido utilizados no intuito de facilitar os cuidados com o paciente, especialmente reduzindo as alucina\u00e7\u00f5es e a agressividade, que s\u00e3o comportamentos que ocorrem com a evolu\u00e7\u00e3o da patologia.<\/p>\n<p><strong>Cuidadores<\/strong><\/p>\n<p>Conforme a doen\u00e7a avan\u00e7a aumentam as dificuldades para os familiares que se v\u00eaem tendo que cuidar, acompanhar e ajudar no tratamento de um familiar que n\u00e3o mais reconhece as pessoas e depende a maior parte do tempo do aux\u00edlio de algu\u00e9m, at\u00e9 para realizar suas necessidades fisiol\u00f3gicas mais b\u00e1sicas. Os cuidadores s\u00e3o fundamentais para o tratamento do idoso com Alzheimer no ambiente domiciliar, mas nem todos os familiares est\u00e3o preparados f\u00edsica e psicologicamente para conviver e cuidar de algu\u00e9m que n\u00e3o os reconhece nem valoriza seus esfor\u00e7os. Por isso \u00e9 importante o acesso \u00e0s informa\u00e7\u00f5es sobre a patologia e apoio psicosocial aos cuidadores.25 E o cuidador de paciente com Alzheimer frequentemente tem que lidar com irritabilidade, agressividade, mudan\u00e7as de humor e de comportamento.<\/p>\n<p>\u00c9 recomendado a participa\u00e7\u00e3o do cuidador em programas de cuidado ao idoso com Alzheimer para esclarecer d\u00favidas sobre a doen\u00e7a, acompanhar o tratamento, dar apoio psicol\u00f3gico e social para atenuar o esgotamento e o estresse gerados pela conviv\u00eancia com uma pessoa que a cada dia vai precisar de mais cuidado e aten\u00e7\u00e3o no ambiente domiciliar.<\/p>\n<p>Os cuidadores s\u00e3o respons\u00e1veis pela manuten\u00e7\u00e3o da seguran\u00e7a f\u00edsica, redu\u00e7\u00e3o da ansiedade e agita\u00e7\u00e3o, melhoria da comunica\u00e7\u00e3o, promo\u00e7\u00e3o da independ\u00eancia nas atividades de autocuidado, atendimento das necessidades de socializa\u00e7\u00e3o e privacidade, manuten\u00e7\u00e3o da nutri\u00e7\u00e3o adequada, controle dos dist\u00farbios do padr\u00e3o de sono e transporte para servi\u00e7os de sa\u00fade al\u00e9m das in\u00fameras atividades di\u00e1rias de cuidado com o lar.<\/p>\n<p><strong>Custos sociais<\/strong><\/p>\n<p>A dem\u00eancia, e especificamente a doen\u00e7a de Alzheimer, podem estar entre as doen\u00e7as mais dispendiosas para a sociedade na Europa e nos Estados Unidos, enquanto o seu custo em outros pa\u00edses, como Argentina, na ou Coreia do Sul, \u00e9 tamb\u00e9m elevado e crescente. Estes custos ir\u00e3o provavelmente aumentar com a envelhecimento da sociedade, tornando-se um importante problema social. Os custos associados \u00e0 doen\u00e7a incluem os custos m\u00e9dicos diretos, tais como o de enfermagem home care, custos diretos n\u00e3o-m\u00e9dicos, como acompanhantes, e os custos indiretos tais como a perda de produtividade tanto do paciente como de quem o cuida. Os n\u00fameros variam de um para outro estudo, mas os custos de dem\u00eancia no mundo inteiro foram calculados em cerca de 160 bilh\u00f5es de d\u00f3lares, enquanto os custos do mal de Alzheimer nos Estados Unidos podem ser de 100 bilh\u00f5es de d\u00f3lares anuais.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma doen\u00e7a degenerativa que afeta mem\u00f3ria e outros dom\u00ednios cognitivos mas que possui tratamento.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":65,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[4,5],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.drapollyannacastro.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/300"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.drapollyannacastro.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.drapollyannacastro.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.drapollyannacastro.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.drapollyannacastro.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=300"}],"version-history":[{"count":23,"href":"https:\/\/www.drapollyannacastro.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/300\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":600,"href":"https:\/\/www.drapollyannacastro.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/300\/revisions\/600"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.drapollyannacastro.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/65"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.drapollyannacastro.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=300"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.drapollyannacastro.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=300"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.drapollyannacastro.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=300"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}